Gilda de Mello e Souza: entre Mário de Andrade e os mestres franceses

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DOI:

https://doi.org/10.20911/21769389v53n166p457/2026

Resumo

O artigo investiga a trajetória intelectual de Gilda de Mello e Souza, filósofa e crítica de arte brasileira, explorando a singularidade de uma formação moldada por dois polos de influência distintos. De um lado, a convivência na Rua Lopes Chaves com seu primo, Mário de Andrade, entre os 12 e os 24 anos de idade; de outro, a orientação dos mestres franceses que inauguraram a profissionalização das Ciências Humanas no contexto de fundação da Universidade de São Paulo (USP). Demonstra-se que essa dupla referência é característica da geração da revista Clima, que buscou articular o ensaísmo brasileiro às formas modernas de pesquisa acadêmica. O estudo salienta a originalidade de Gilda, destacando sua capacidade ímpar de desdobrar as matrizes simbólicas herdadas de ambas as fontes ‒ a brasileira e a europeia ‒ em uma síntese teórica autoral e inovadora.

Palavras-chave: Gilda de Mello e Souza. Revista Clima. Filosofia Brasileira. Mário de Andrade. Universidade de São Paulo.

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Publicado

2026-08-24

Como Citar

de Souza Ramos, S. (2026). Gilda de Mello e Souza: entre Mário de Andrade e os mestres franceses. Síntese: Revista De Filosofia, 53(166), 457. https://doi.org/10.20911/21769389v53n166p457/2026