A ética deontológica como obstáculo à afirmação do indivíduo: Uma relação entre Kant e Nietzsche
DOI:
https://doi.org/10.20911/21799024v16n2p59/2025Resumen
pensar uma ética criativa é destituir com a fixação da moral. Para a criação, é necessária uma afirmação do sujeito, Amor fati, uma abertura ao devir. Em contraste, o pensamento dogmatizado pela razão engessa o ato criador pois não há ação subjetiva, ou seja, uma manifestação dos instintos, o estado originário do sujeito, mas uma negação vital, da vida enquanto totalidade. Nesse caminho, será abordado dois pensadores: Immanuel Kant (1804) em sua ética “deontológica” baseada na razão como fixação moral, e Friedrich Nietzsche (1900) que pensa uma ética criativa que experimenta a realidade sem preconceitos, normativas absolutizadas pela moral. Nega-se, portanto, os valores de verdade e ideais que domesticam as ações e o pensamento humano.
PALAVRAS-CHAVE: Ética. Deontológica. Criação. Vida. Amor fati.
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