A hermenêutica e o limite da interpretação: o horizonte necessário do infinito na tradição judaico-cristã
DOI:
https://doi.org/10.20911/21768757v57n3e06111/2025Resumo
Este artigo investiga os limites da hermenêutica teológica a partir do confronto com a noção de infinito na tradição judaico-cristã. Com base em autores como Paul Ricoeur, Emmanuel Lévinas, Joseph Edelheit, Jean-Luc Marion, Jean-Luc Nancy e Mark C. Taylor, argumenta-se que a interpretação teológica não pode ser reduzida à busca por sentido textual, devendo abrir-se à escuta do que excede, silencia e interpela. O infinito é abordado não como conceito abstrato, mas como ausência fundante, como rosto que desestabiliza o saber e convoca à responsabilidade. Propõe-se uma teologia da escuta, que reconhece a falha, o fragmento e a retirada como modos legítimos da revelação.
Palavras-chave: Hermenêutica teológica. Infinito. Alteridade. Silêncio. Teologia da escuta.
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